segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Opposite



I am gold and you can’t see
I am air, and you can’t breath
And I hope you don’t suffocate
Breathing tears of your waste

I am the music you don’t dance
And you find joy in ignorance
When I’m glitter you close your eyes
And when it’s dark you have no sight

I am the wondering thoughts
You’re the certain shot
If I hurry, you slow down
You’re deaf and I’m the sound

I am better than anyone
But you like the cold and I’m the sun
You’re the one I have in mind
But I’m the one your eyes can’t find

You talk to me when I have nothing to say
Then I don’t know what to do, how to make you stay
I’m the opposite of your taste
Like I’m the love, and you are hate.

But you’re the sin I can forgive
The weird place that I can’t leave
And I’ll get burnt ‘cause you are fire
Which lights the dark path of my desire. 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O caminho da lagrima

Não seja o olho,

Repressor da lagrima doce

Que cai como se fosse

O alivio liquefeito

Ou um rio estreito

Por onde navega meu amor

Por onde vai também a dor

E escorre em gotas claras

E se perde em vargas Raras

Sobre a face passeando

Nos lábios desaguando

Ou no queixo esmorecendo

Vai a lagrima morrendo

Para que seu lugar seja tomado

E seja o pranto então formado

Por outras lagrimas cadentes

Traçando rumos diferentes

Mas com a mesma intenção:

Externar a emoção

Há muito aprisionada

Ou logo libertada

É o caminho se forma

Quando a doralivio se torna

Ou a alegria que transborda

Assim que o amor acorda

O Sentimento se condensa

Acalmando a angustia imensa

Ou à felicidade dá vazão

Na Hidrovia do coração

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Você

Você que me põe num altar

E não consegue me amar

Por não chegar até mim

Me toca inteira

Mas de nenhuma maneira

Aproxima seu coração

Tenta adivinhar

Tudo o que eu vou falar

E constata erro no fim

Você que me põe na cadeira

Faz-me desordeira

E depois me diz “não”

Me deixa sem ar

E que me faz desmontar

Em lençóis de cetim

Atira-se a quem queira

Mas volta e me cheira

E diz que é sem intenção.

Você que até erra o traço

Mas não perde o compasso

No caminho pra me achar

Você que me vê tão exata

Faz-me insensata

Tira-me a razão

Você que não cria laço

Invade meu espaço

Sem desejo de ficar

Meu desejo acata

E minha volúpia desata

Sucumbe a paixão

Você que num ultimo abraço

Se refaz do cansaço

Mas insiste em me deixar

sábado, 4 de dezembro de 2010

Aleatório

Escrevendo aos poucos

Detalhes separados

Destinos cruzados

Tornam-nos tão loucos

Razão perdida

Idéia interrompida

Retalhos de texto

Relato funesto

Fagulhas pingadas

Do brilho da vida

Estradas cruzadas

Clichês sem saída

Estrela cadente

E criança inocente

Juntando pedidos

Seguindo ruídos

Em becos escuros

Finais encontrados

Por trás desses muros

E dos olhos cerrados

Mas não se desprende

O ciclo infinito

Nem sempre bonito

Não se compreende

Do que isso se trata?

E que historia relata?

Virado ao avesso

Sem fim nem começo

domingo, 21 de novembro de 2010

Esquecer-te, deixar-te, perseguir-te



Mato a fome que me consome

Mato o tempo que me foi dado

Mato a sede que agonia

Mato a curiosidade que angustia

Somente A saudade de ti

Que não me é permitida matar

O desejo de ver-te

Não me é permitido realizar

Contenho as lagrimas

Pra enganar-me

Forte quero parecer,

Não pro mundo

Nem pra você,

Mas eu mesma quero acreditar

Que forte sou,

E não me permito chorar

Ao menos não por ti,

Que a mim renunciaste

Mas acho pequenas outras coisas

As quais dedico meu pranto,

Isso quando ele vem.

Contenho As lagrimas

Pra forçar-me

A não sentir e não cair

A não pensar e não falhar

Nessa tentativa vã

De tirar-te de meu pensamento

O ócio, companheiro inútil

Na arte de esquecer-te

Perseguir-te torna-se um habito

Nas minhas tardes desocupadas

Olhar-te estático no retrato

Sem teu cheiro sentir

Ler suas palavras num relato

Sem tua voz ouvir

É maneira de me sentir perto

Mesmo que me lembre da distancia

Nessa paradoxal tortura

A qual me disponho

Apenas pra prender-te

Um pouquinho mais dentro de mim

Não deixas minha mente

Não deixas vago o meu coração

Embora tenhas há muito deixado.

No fundo eu sei que é egoísmo

Querer lembrar-te de mim

Só porque de ti não esqueço.

Espero que releve

Minha insistência e perseguição

A culpa é toda da paixão

Que me despertastes e agora

Obrigas-me a deixar ir embora.

domingo, 10 de outubro de 2010

noite de homem só

Que a luxuria não me atraia

E minha mente não me traia

Nos hiatos dessa historia

Nas horas de pouca gloria

Onde me encontro com a carência

E perco um pouco da decência

Misturo-me com a escória

Procurando uma vitoria

Que seja régia ou vadia

Mas traga-me alegria

Que seja paga ou emprestada

Mesmo que seja roubada

Aceito de bom grado

Este romance encenado

É nessa ilusão que crio

Que passo os dias vazios

De quando você me deixa

E partindo se queixa

De não ser mais tão amada

Ou por não ser tão desejada

Mas me mata a abstinência

Causada por tua ausência

Persigo paixões falsas

Sem o glamour das nossas valsas

Tento achar substituta

Não é nobre minha conduta

É o caminho que eu faço

Quando é vago o teu espaço

Ao meu lado em nossa cama

Fazes falta, minha dama.

E sozinho mais uma noite findo

Olhando a lua partindo

E trazendo o amanhecer

De mais um dia sem você.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Insonia

Dos sons da noite o mais alto
É o meu pensamento
Que chama seu nome
Que morre de fome
Que busca alimento
Nas lembranças escassas
Me sirvo em taças
De doces memórias
São imagens gravadas
Passagens narradas
Nossas breves historias
Dos sons da noite o mais alto
É o meu pensamento
Que clama tua presença
Que deseja recompensa
Por ocupar-se só de ti
Mas a solidão me atinge
E a minha mente finge
Apagar o que senti
Pra enganar meu coração
E criar a ilusão
De que nao sinto sua falta
Pra que eu possa adormecer
E por pouco me esconder
Da saudade que me assalta

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A Saudade e o Tempo

Meu tédio é tua ausência

E eu me esqueço da decência

Na hora de te contar

Da saudade que se forma

Do desejo que me toma

De ouvir você falar

Ritmado como um canto

E eu, que gosto tanto

Do som doce da sua voz

E da sua risada alta

Penso, sinto a sua falta!

E o tempo contra nós

Tempo que passa arrastado

Quando não estou do teu lado

Tempo que corre ligeiro

Sempre que estou contigo

Meu amante ou meu amigo

É tão gostoso o teu cheiro!

E sempre que eu te vejo

É imensurável o desejo

De que o tempo então congele.

E o medo da saudade

Que gera tanta ansiedade

Por sentir de novo a tua pele.

E cada nova despedida

Faz-se um pouco mais doída

Por eu ter que me apartar

De quem habita meu pensamento

E faz o tempo correr mais lento

Por eu ter que esperar

E a saudade faz com que eu peça:

- Tempo, corre depressa!

Para que o dia chegue logo

Chegue logo esse dia

Que não agüento a agonia

A quem ouvir eu rogo

Que não demore muito mais

Porque isso não se faz,

É muito tempo sem te ver!

aceitação

E eu não quero simplesmente
Caber numa veste
Eu não quero ser encaixada
Não desenhe pra mim
Um vestido de festa reluzente
Quero me apresentar nua

Olhe pra mim
E pro que eu sou
Não procure em mim
Faces já pintadas
Não queira encaixar em mim
Figuras entalhadas
Não tente me aprisionar
Em molduras já pregadas

Não quero simplesmente
Passar no teste
Não quero ser examinada
Não prepare pra mim
Um modelo permanente
Troco as fases como a lua

Olhe pra mim
E pro que eu te ofereço
Não exija de mim
Mais do que o meu apreço
Eu sou assim
Exatamente como pareço
Não queira me ajustar
Não me vire do avesso

E eu não quero simplesmente
Sanar a sua peste
Não quero ser só usada
Não espere de mim
Um auxilio competente
Minha habilidade é ainda crua.

Então

Olhe pra mim
Só pelo que eu sou
Não pelo que posso ser
Queira de mim
O que eu já te dou
Não tente me prever
Não venha me padronizar...

...E goste de mim
Mas só se quiser gostar.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Olhos do Caos

De um lado pro outro, corre

Não pára pra pensar,

Não pensa pra dizer,

Não diz pra fazer,

Faz!

Sente apenas

Vê a bagunça. Arruma.

Ela já chorou

Ela já pensou

Ela já impediu.

Ela levou um tempo

Mas arrumou a bagunça

Ela levou um tempo

Mas arrumou o pensamento

Levou tempo demais

Preocupando-se

Levou tempo demais

Contendo-se

Passou tempo demais

Perdida numa escuridão

Achava que era o caos

Achava que sua vida era um caos

O fio de força nunca lhe abandonara

E foi o que bastou pra abrir os olhos

E tudo estava limpo

Abriu os olhos

E não era mais difícil.

Abriu os olhos

E tudo estava no lugar correto.

Abriu os olhos

E enxergou o caminho

E no meio do caminho

Abriu os olhos e viu

Outros olhos,

Verdes!

E depois de levar tanto tempo

Arrumando

Depara-se com o caos novamente

E bagunça tudo de novo,

Mas ela conhece o caminho

Os olhos castanhos estão abertos

Os verdes é que parecem ainda não enxergar

Os verdes parecem não querer abrir-se demais

Seria medo da luz?

Os olhos verdes são belos

Se refletissem a luz

Ainda mais belos seriam

Ela atreve-se a olhar,

As engrenagens amêndoas

Dentro dos olhos verdes do caos

E o mundo volta a bagunçar

Engrenagens hipnóticas.

Estava tudo tão arrumado

Estava tudo tão controlado

E eis o caos dos olhos verdes,

Os olhos verdes de anéis amêndoas

Que bagunça! E bagunça.

Mas não põe medo mais.

Mas a bagunça já não preocupa mais

Já não há mais medo em abrir os olhos,

E seguir o resto do caminho

Entrega-se ao caos, mesmo que

Só por alguns momentos

Mesmo que só por um raiar de sol

Entrega-se, sem pensar no dia seguinte

Sem saber o fim.

Sem se preocupar.

E o caos não é concreto

É abstrato e incerto,

E indomável.

E ela olha as esmeraldas

De anéis amarelados

E deseja sem se importar

Com o próximo dia

As toma pra si

Só por aquele momento

Porque ela sabe que

Não pode perdê-las

Porque não as tem

Mas as deseja.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quem sou eu?

(obs.: talvez esse texto seja repetido, mas t com preguiiça de conferir rsrsrs)


um ser que vaga por esta superficie,
procurando caminhos,
confundindo rumos
e trocando passos.
tentando respirar,
se livrar das culpas,
achar "a luz", o guia,
tento me livrar das
nuvens em minha mente,
mas raramente consigo.
tudo se embaralha mto facil
em meus pensamentos,
tenho dificuldade de organizá-los.
e quem sou eu?
a resposta completa
nunca será dada, pois,
nunca vou ter total
conhecimento de mim mesma...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

eu

eu sou vaga...
sou vaga qdo falo
sou vaga qdo penso
sou vaga quando olho
meu sorriso é vago
minhas intenções tambem.
voce não consegue captar
as ondas emitidas pela minha emoção
é demais pra vc...
voce simplesmente não consegue
e não é sua culpa

é culpa da minha sutileza ou
da minha maldade
que, erroneamente, planta em
seus pensamentos fatos inexistentes
ideias inconcebíveis.
voce tem que compreender o subentendido
pra me conhecer

eu sou má, mas não me declaro assim
logo de inicio
mas em algum momento voce percebe
e é sempre tarde demais
voce já me ama
e o fato de eu ser má já não importa mais

ou voce ja me odeia, e me odeia por algum
dano que eu tenha te causado
e o fato de eu ser má já não
é um aviso prévio

eu sou interessante, mas
voce está muito dopado pra notar
e eu muito distraída pra demonstrar
eu sou...
tantas coisas que nem mesmo eu sei
eu tenho tantas faces que ainda
não conheço totalmente
o ser que sou eu.

inveja, tédio, egoísmo

não me conte das suas festas
dos seus passeios
das suas felicidades e alegrias

não me conte dos seus amores
dos seus beijos
dos seus namoros ou casamentos

não me conte dos seus trabalhos
das suas tarefas
dos seus salarios, dos aumentos

não me conte da sua escola
dos seu estudos
das suas apresentações ou notas

não me conte da sua vida
do que te acontece
do que vc faz ou dos seu planos

não me conte do seu progresso
dos seus elogios
dos seus artigos ou publicações

não me conte do seu corpo
das suas medidas
da sua beleza ou visual

não me conte nada de bom sobre você
nem sobre ninguem
porque eu estou recluso
trancado em um tedio mortal
em um quarto de marasmo
alimentado a fel

não me conte nada, simplesmente porque
eu não quero saber, eu não me interesso
eu estou olhando a vida passar
e agradeço se não me perturbar
a felicidade alheia não me anima
eu sou egoista demais
pra querer saber de voce.

sábado, 29 de agosto de 2009

Sem Resposta

penso em parar penso em fazer,
penso em correr, pra onde vou agora?
escolhi andar, mesmo que sem rumo...
eu poderia até voltar agora, mas eu insisto.
talvez por curiosidade, em ver qual será o fim,
talvez por comodismo, não por comodismo acho que não,
minha intenção foi justamente sair disso...
talvez por necessidade de novas sensações mesmo...
eu sei que não vou voltar atrás... mas penso,
por que não consigo evitar... os pensamentos vem.
eu deixo que eles fluam, que passem livres pela minha mente.
ateh que cessem por eles mesmos.
já não luto pra afastar pensamentos porque eles jah não me encomodam
não tento mais arrumar soluções
tudo tem se resolvido...só me sinto meio sem rumo
indo... indo...
mas em rumo a lugar nenhum...
claro, o que quero dizer não eh que estou "andando em circulos"
não, não é isso
digo que estou indo sim para algum lugar, só não sei pra onde
não sei pra onde meus passos me levarão.
por isso desta vez, desta unica vez decidi arriscar
ver como era estar sem destino, não ter o pleno controle.
um teste? um jogo? pode ser...
mas quero ver até onde vai... até onde EU vou
eh uma situção nova...um misto de sensações, sem controle,
não enxergo o fim ainda
não sei o que vai acontecer depois, mas eu "pago pra ver"
vou ver onde vou parar

Paciência

Paciência?
pedes-me paciência.
é algo que me falta,
uma virtude que não tenho.
acaso minha espera
já não é demasiadamente longa?
eu temo.
tenho medo de atos insensatos
vindos de mim mesma...
a quem eu contaria traindo
minha propria confiança?
espero me acalmar,
e sei que vou.
e ainda que não me acalme,
sei que loucura alguma cometeria.
por covardia? talvez.
alguns me chamam covarde.
não me importo mais...
mas o que é uma loucura para mim?
sem duvida algo simples
pra qualquer outra pessoa,
mas não pra mim.
as palavras são poderosas,
e não há como anular
o que já foi dito.
não há como "desdizer"
palavras proferidas por sua propria boca.
ah como eu queria dizer...
mas não posso,
mantenho em pensamento
todas as palavras, as guardo,
as repito pra mim mesma
como se fossem para ti,
mas não são, são,
mas não ouves,
nem nunca ouvirás.
temo que num acesso
de extremo sufoco eu diga,
mas não, não direi.
tudo vai ficar guardado,
aqui, bem aqui comigo,
e nunca saberás,
até o dia em que for findado,
eu guardarei,
zelarei para q nunca saibas,
e ainda que chegue a seus ouvidos,
sempre negarei...
mas eu queria poder te dizer...
a loucura seria te dizer...

*14/01/2008 ou antes...*

domingo, 16 de agosto de 2009

doce estranho

meu doce estranho...
tomas conta de minha mente,
mesmo do meio de toda gente
desperta-me um desejo
de roubar-lhe um beijo

sem medo, arrisco
te esquivas, não sabes
o que de fato queres,
se podes ter mil mulheres
foi a mim que escolhestes?

ah meu doce estranho,
te parece um ganho
se o tempo passa,
torna o sol sem graça
se não vens me ver?

o dia nasce e se vai
e outra noite cai
a espera me maltrata
tua imagem arrebata
meus sonhos, que são teus

absorta em pensamentos
teu perfume vem com os ventos
e anuncia que estás perto
que tomaste o rumo certo
e vieste me encontrar

e finalmente estou contigo
que se dizia meu amigo
mas sei agora o que queres
mesmo com outras mil mulheres
escolhestes estar comigo.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

copyright

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

um sonho

sensação eh a mesma de quando
voce acorda de um sonho bom.
foi isso q aconteceu...
acordei de um sonho.

ele era meu amor...
meu amor pefeito e secreto
meu amor lindo...
do jeito que eu sonhei...
q pra ninguem eu contei.
ele era o meu amor...
até eu descobrir que ele
era um sonho,
alguem que eu talvez
tenha até ajudado a inventar...
e descobri que seu criador
é um homem bom...
mas é um homem real..
como todos os outros...
e nós bem sabemos
que os homens reais
nunca chegam perto
de um homem dos sonhos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Não se deixe enganar (the player)

O que uma imagem não diz?
ou que ela te diz? cuidado...
Posso mentir sem usar palavras,
posso ferir sem contato,
construir o que está pronto,
e destruir o que já não existe.
Olhos nos olhos
e mesmo assim posso ludibriar.
coração quebrado poupa forças
para aqueles que
já não mais pensavam,
desilusão acomete
os cansados de pensar,
e estes são os que mais facilmente
acreditam num conto bem narrado
e encenado.
olhos mentirosos despertam compaixão,
palavras "inocentemente" proferidas
podem levar à culpa...
Jogo é sujo... e ninguem vê.
A trapassa tênue em suas palavras.
mas a imagem... ah! a imagem...
confirma as palavras...
não há como duvidar...
Há de já ter se tornado verdade...
mas por hora...
Não se deixe enganar

Egocentrica

eu sou a situação.
sou o reflexo do que se passa.
posso sorrir pelo mesmo motivo
que chorei momentos antes.
posso brigar por causas
que não me interessavam ontem.
mudo de opinião, mudo de gosto.
mudo de ideia, influenciavel?
talvez... doces mentiras,
ilusões suaves
me fazem feliz temporariamente.
a verdade chega, sim,
me derruba e me entristece...
mas sinceramente?
vejo graça nisso tudo...
alterno o humor,
mudo de vontade, ajo por impulso,
as vezes penso demais...
contraditoria? sim eu sou...
conhecer-me é tarefa muito dificil,
definir-me por completo,
eu julgaria impossivel...
nem com todas as paginas de um livro
seria possivel faze-lo.
mas para que são uteis definições
se a beleza do ser humano
está nas surpresas que ele
pode apresentar?
qual é a graça da pessoa q se pode prever?

quarta-feira, 11 de março de 2009

a realidade é por demais cruel

não quero ter que dormir de novo
por que dói acordar, quando meu sonho é teu.
a realidade é por demais cruel
e eu não consigo suportar.
mergulho em outro mundo
a tentar encontrar-te.
em vão.
já não estás mais.
há muito deixei 
de habitar teus sonhos, 
porém,
só agora me avisas...
e eu... páro.
sem crer...sem entender.
a força tento que saias de meus pensamentos...
sem sucesso, continuo a esforçar-me
pra me convencer de minha tolice.
e tu continuas em minha mente.
com quais intenções? 

***

bloody tears falling from my eyes, i
didn't know how much it would hurt me
i can't see, i ignore the lights. i
don't know where to go now

my feelings, took me over
my feelings, worse than hangover

i .... wish could fight
i... can't believe my eyes

hidden fears coming up again, I
didn't know they were still there
my heart desire to stop but
i still can breathe

i .... wish could fight
i... can't believe my eyes

i can't believe i see you now
happy without me
i cry in blood cause i'm all hurt

you hurt my heart, i let you do it
i did...
and now even through my eyes
my blood flows
i can't stand the pain,
my bloody tears were all in vain 

esperança

nada se repete.
é uma nova guerra,
uma nova batalha,
q está pra ser vencida.
As lutas são mesmo parecidas
mas não são iguais
e não têm finais iguais.

e esta vitoria é certa.
porque cada uma
a gente luta diferente,
tem novos golpes
usa novas armas
e se prepara mais.

nada se repete. 
parece pros olhos
de visão turva,
mas pra nós, 
que bem vemos,
é visivel q nada se repete.

e que dessa vez a vitoria é certeira. 

porque hoje todos estão proibidos
de quebrar meu pensamentos positivos
de agora em diante é uma corrente
de cada dia,
a cada sol,
a cada lua,
tudo dará certo pra mim,
e pra vc tambem
se assim o desejar.

e porque a boa sorte nos rodeia
e eh o principio de um novo ciclo
porque eu tenho poder nos olhos
e o q eu quiser eu consigo
porque eu acredito,
a cada dia renovo a minha certeza
e ela aumenta,
eu posso!

então a partir de agora estão todos proibidos
de parar meus pensamentos positivos
e por isso, qualquer racionalismo não me afeta
porque nem sempre ser racional é o melhor caminho
deixo a intuição falar em minha mente
e eu tenho o poder nos olhos
porque nem sempre necessario ser racional

e hoje estão todos proibidos de
ir contra a minha sorte
porque esta é boa e intocável
e eu consigo o q eu quiser!  

oração


que a loucura não tome conta de mim
que a sanidade possa se abrigar em minha mente e a paz em meu coração
que os meus sonhos não me iludam
que a realidade não me desanime
que a lagrima seja livre pra cair
que o sorriso seja verdadeiro
que a tristeza não se aloje em minha mente
que a minha compreensão de mundo não falhe
que a serenidade se apresente
que a dor não se faça minha maior companhia
que a consciencia seja forte em mim, e não permita atos insensatos
que o que procuro seja encontrado
que o que sobra, seja liquidado
que todo o sofrimento se afaste
q que eu tenha força pra lutar contra o que se fizer necessario
e encontre as razões que procuro

*Ana Elisa looking for answers, 5 de novembro de 2007* 

eu sou


eu sou o pensamento retido
o choro contido
a vida gasta
a festa terminada
a etapa cumprida

eu sou a asa quebrada
do anjo caído
a mentira contada
o tempo perdido
a verdade negada

sou a criança que chora
o medo escondido
o amor não vivido
a piedade ausente
a insegurança crescente

o olho fechado
o desejo falido
choro inaudível
o brilho invisível
a ilusão alimentada

eu sou o coração ferido
o sangue vertente
de uma carne inexistente
a tragédia narrada
a emoção forjada

a corrida ofegante
a preguiça constante
a maldade alastrada
a crueldade perdoada
a face envergonhada

eu sou o drama encenado
ao expectador cego
a cena cortada
o ato não realizado
a fama anônima

eu sou a mistura de tudo
a inconstancia gritante
a voz calada
o incômodo sentido
o sentimento exposto

paradoxo urrante

e quem sou eu então?
uma eterna duvida...
em busca po suas respostas...
esperando não encontra todas
antes do dia em q se findará sua vida

pois se encontro antes do fim todas
as respostas...
o que farei ou pensarei daí em diante?
será essa a minha duvida... então
não terei esclarecido todas.

Ana Elisa - onze de março de 2009 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

olhar teu

se um dia me olhares
feliz serei então
por num breve momento
ter te chamado a atenção

doce cheiro que trazes,
e a graça que fazes,
não podem ter fim,
hipnose pra mim.

me confundes ao falar
e me impedes de pensar
porque assim tão de perto
me esqueço o que é certo

me encantas, me tentas
vivo tantas tormentas
por olhar-te assim
te desejando pra mim

se um dia me olhares
talvez não exista nada mais
na terra, ou nos 7 mares
que me devolva a paz

se um dia me olhares
como te olho agora
me prenderás certamente,
e não irei mais embora 
olhe o céu
que manda acariciar a tua face
o vento vem pra te tornar proxima
é a maneira do céu te tocar
e a chuva vem pra te cobrir
não reclama da sorte
tudo se movimente agora a teu favor
mexa as peças

olhe o céu, mas não durma
a noite não tarda
o dia escurece
e onde está ele?

estaria a tua procura?
estaria em longe de ti?
como saber?
não o procuras
tu não o procuras

por que não o chamas? 
o que diz o coração depois de tantas tentativas?
o que ele diz?
e agora onde está? o coração ainda procura? procura o caminho?
não sabemos...
e sentes como se estivesses caminhando no escuro...
e é uma sensação nova esta.
pisar em solo desconhecido...
os olhos já falham
não querem mais enxergar.
As lagrimas cessam, não por completo, mas pausam.
não corras... não fujas! perdeste tempo de mais não acha?
o coração escolheu seu caminho, escolheu IR, mesmo sem saber pra onde
a terra firme jah não mais o satifaz, a imobilidade cansa.
resolve então ir.
os fatos ditam o percurso, a rota eh desconhecida, e o destino
ainda não existe. o destino somente se fará certo quando chegarmos. 

...

jah não há motivos pra continuar me machucando
e já não há motivos pra continuar te seguindo
não há motivos pra continuar me escondendo
e não há motivo pra continuar secretamente te observando
mas eu contiunuo agindo assim
porque não preciso de motivos
nem de ver sentido
ando agindo por conta de uma loucura controlada
os olhos me torturam
a fala me condena, me atrapalha
os ouvidos me confundem
os sentimentos se confundem
os pensamentos se descontrolam
e de nada adianta pensar, não entendo.
de nada adianta procurar, não encontro.
não adianta esperar, nunca chega.
e nem adianta perguntar, pois ngm responde
e a duvida é eterna
o medo constante
e tudo pára. 

domingo, 12 de outubro de 2008

...

eis aqui mais uma vez o meu grito
meu grito mudo,
já que são todos surdos.
de que me adiantaria usar a voz?
já não vale a pena me ouvir.
já não pergunto mais.
eu ouviria a mesma resposta,
que eu sei que é a correta,
e que eu ignoro por pura estupidez,
então me calo.
até mesmo porque se continuasse a falar
não me ouviríeis.
minha voz lamentosa,
meu choro doloroso,
se tornaram algo secreto.
até quando grito o faço em silencio.
o meu grito eh silencioso pq ngm pode ouvir, 
eh secreto pq não podem saber, 
mas a dor se alastra... 
dor dor, imensa, tão grande quanto sua razão.
sufoca! 
as lagrimas inundam meu rosto, 
sem som algum emitirem, 
pq ngm pode saber do meu choro, 
corrói... não acho justo. 
Por que eu? por que eu não? a dor!
posso eu arrancar meu coração?
e as lagrimas secam, se esgotam, 
de tanto que caem, cansam. 
e não há ninguem aqui comigo... 
só a dor me acompanha...
volto a rir, pra que não desconfiem,
volto a distância, pra não me apegar demais.
volto a machucar os outros,
pra que não me machuquem,
volto a frieza, pra não chorar por calor
volto a me defender da minha propria essência,
dos meus proprios sentimentos.
lembrei agora que só eu posso me suportar e
que só eu sou obrigada a isso,
e meu choro se torna seco.
meus olhos impiedosos e desdenhosos
e nada disso é por maldade,
é por defesa!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

recomeço

as vezes eh necessario respirar e levantar d novo. pq as vezes a gente cai. eh preciso enfrentar o novo dia e saber q será melhor q o anterior,extrair o q há de bom de cada dia, mesmo quando nossa tentativa de fazê-lo bom não funciona tão bem. pq cada dia nos ensina algo novo, de bom e nos alerta para algo de ruim, cabe a cada um de nós utilizar da maneira correta o q nos eh dado. que não façamos da crueldade do mundo um motivo pra não acrditar na felicidade e no bem, façamos dela um motivo pra lutar, que não deixemos que as dificuldades sejam barreiras, muito menos q sejam eternas. as ultrapassaremos! e seremos sempre mais fortes colhendo sempre as coisas boas de cada pessoa, de cada lugar, de cada situação, de cada dia e seremos mais fores, porque não nos deixaremos abater, não daremos ouvidos àqueles que bem não nos fazem. enxergaremos o mundo com olhos esperançosos por mais dificil que isso pareça. vamos sentir, vamos chorar, vamos viver, vamos sorrir, sem hesitar mais, sem se privar de mais nada que se tenha direito e ninguem pode nos parar e ninguem vai nos parar porque seremos mais fortes, mais fortes pra seguir.

lagrimas

lagrimas lavam os rostos aflitos,
sem pretensão de conter gritos,
elas caem.
e qdo caem são sofridas,
cicatrizando as feridas,
foi o remedio q eu arranjei.
lagrimas secas rolando numa face atordoada,
os olhos tristes jah não enxergam nada,
só existem pra chorar.
gritos silenciosos por um coração de pedra,
parece forte, mas facilmente se quebra,
cansado, cansado, quer parar.
mas a mente funciona,
a respiração insiste,
e o grito que aprisiona
quer mostrar que existe
o coração cansa.
mas as lagrimas não cessam
e os segundos se apressam
o tempo do choro acabou
antes que perguntem
antes que comentem
as lagrimas secam, não somem. secam.pois ainda estão lá
estão sempre lá
esperando para poderem voltar a cair...